Amor e preconceito

 

                                                      Vyrena                          

 

Na noite silenciosa,

Perco-me em pensamentos.

A saudade caprichosa

Voa célere como o vento,

 

Trazendo de volta à memória

Os ardorosos momentos

De uma paixão contraditória,

Que só causou sofrimento.

 

Ardeu, como fogo em meu peito,

Um desejo louco e proibido,

Ao qual eu não tinha direito.

 

Só restou mágoa, despeito

E meu sonho de amor destruído

Pelas manhas do preconceito.

 

 

 

 

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